28 de outubro de 2013

Entrevista sobre jornalismo musical

Tive uma conversa bem legal com a Adriana Oshiro, que está fazendo um trabalho de conclusão de curso chamado "Manual de jornalismo musical". Algumas respostas acabaram um pouco longas, mas gostei de participar do projeto. No fim, senti falta de falar sobre a proposta da TV Meio desligado e mais sobre o uso de redes sociais, mas fica pra outra ocasião. Abaixo, a entrevista na íntegra.


O Meio Desligado começou em 2006, certo? Como surgiu a ideia de fazer um blog apenas sobre música independente brasileira?

Dezembro de 2006. Vou copiar aqui uma resposta que dei em 2010: "Resumindo muito: queria fazer algo relevante na internet em vez de ter mais um blog sobre cultura pop e bobagens para entreter as pessoas. Percebi que havia uma movimentação crescente na cena musical independente e não existia nenhum blog dedicado totalmente a essa cena. Além disso, quando outros blogs e jornalistas citavam bandas indie nacionais, na maioria dos casos exaltavam bandas que eu considerava (e ainda considero) ridículas ou falavam das bandas dos amigos, coisas do tipo. Eu pensei: "é por causa desses idiotas que o público em geral acha que não existem bandas independentes boas". Por isso criei o Meio Desligado, para fazer uma análise mais crítica dessa cena, sem ter rabo preso com ninguém, sem medo de experimentar." 
Lendo assim parece um pouco prepotente, mas é aquela prepotência irônica através da qual você quer reforçar uma ideia, entende? 


O convite para ser curador de festivais e participar da produção de projetos culturais veio por conta do Meio Desligado?

Sim. Eu já tinha feito estágio na Secretaria de Cultura de MG, trabalhado em um site de música e escrevendo sobre cinema, mas minha entrada na produção cultural, efetivamente, foi através de um convite que surgiu por causa do Meio Desligado. 


Além de tocar o blog, você presta uma série de serviços para bandas e tudo mais. Inclusive, até escreve textos sobre isso no blog. Quais são suas atividades e projetos, atualmente? 

No fim de 2011 montei uma empresa (revrbr.com) para prestar esses serviços junto a dois sócios, profissionalizar a coisa. Mas eles acabaram se mudando e a empresa foi parando. Continuei trabalhando com diferentes artistas e produtoras culturais enquanto planejava o que seria a quente, que é a agência de bandas/produtora cultural que montei com um sócio no ano passado. Somos uma das poucas agências de bandas no mercado independente brasileiro e com pouco tempo já conseguimos alguns resultados relevantes. Também fazemos nossos próprios shows, produzimos eventos para clientes externos, fazemos assessoria de imprensa especializada, elaboramos e gerimos projetos de leis de incentivo (a Elza Soares encomendou um projeto de lei com a gente, por exemplo). E paralelamente a isso continuo a parceria com a Casulo Cultura, que foi a primeira produtora cultural em que trabalhei. Através dela me envolvo em projetos mais mainstream, como grandes festivais como o Rock in Rio e o Natura Musical. 


As bandas que você produz podem entrar no Meio Desligado? Como você separa essa questão para justamente fazer uma análise crítica e não se tornar o cara que fala bem das bandas dos amigos, que vc citou na 1ª pergunta?

Questão super pertinente. Eu vejo certo ativismo aí, uma necessidade de atuar mais diretamente nessa cena e nesse mercado, de poder interferir mais diretamente. Antigamente eu me via principalmente como jornalista e depois como produtor cultural. Atualmente, me considero mais um produtor/gestor cultural que também é jornalista. Acho que tento usar a visão do jornalismo pra tentar contribuir com a produção cultural por dentro. E sinto falta de mais gente fazendo isso, gente que atua na área e que exerça uma função crítica sobre ela, como os envolvidos com a Cahiers du Cinéma faziam, sabe? Quando o jornalista cultural passa a atuar como produtor ele não só observa e analisa, com poder de influência, para se transformar em uma potencial ferramenta de transformação dentro daquele ambiente no qual está envolvido. Quando o Lúcio Ribeiro se transforma em produtor acredito que isso seja extremamente benéfico para a cena. Todos sabemos que é ele quem está promovendo o show de tal banda, tal festival. A partir disso, podemos interpretar o que ele escreve sobre esses artistas da forma como quisermos, o importante é contextualizar. O que não acho válido é deixar de tomar uma atitude dentro desse mercado por receio. É bem diferente de tentar se beneficiar exercendo as duas funções. 
Não escondo de ninguém as bandas com as quais trabalho e quando escrever sobre elas vou deixar isso claro. O que tem acontecido até hoje é que primeiro escrevi sobre as bandas e depois começamos a trabalhar juntos, justamente por eles terem se identificado com o que escrevi sobre eles, sobre o que conversamos. Só trabalho com artistas com os quais me identifico e gosto, então é natural que possa escrever sobre eles - seria algo que o faria se não trabalhasse com eles também.
Se você citar os principais artistas da cena independente de MG talvez eu já tenha trabalhado com a maioria deles, em diferentes momentos (assessoria, festivais, produção, consultoria e afins), porque trabalho com muitas produtoras, muitos eventos. Nem por isso escrevi sobre todos esses artistas. Não é a minha relação comercial que irá pautar o Meio Desligado. 


O blog já tem bastante tempo, principalmente, se você pensar em como tudo se altera rapidamente na internet. O Meio Desligado passou por muitas mudanças significativas? As visitas cresceram durante esses anos? Quantos visitantes únicos o blog possui em média? 

Passou por várias mudanças, acho esse um ponto positivo. Considero a mudança super válida, é preciso experimentar, não se acomodar. No geral, não dou a mínima pra acessos. Fiquei muito tempo sem nem olhar o Analytics pra saber como estava, mas de vez em quando entro porque os anunciantes sempre querem saber disso e pedem dados atualizados. Ontem (22/10/2013), por exemplo, ele teve 1.156 acessos. Já teve mais que isso, mas não é algo que me incomode. 


O layout do blog parece ser bem adequado para dar destaque aos vídeos, imagens e players. Há algum tipo de formato na postagem? Como você edita o conteúdo e pensa no formato para tornar o post mais atrativo?

O layout atual é o que mais se diferencia em toda a trajetória do blog. O Meio Desligado não tem anúncio fixo, não tem banner animado, barra lateral, nada disso. O foco é no conteúdo. E para isso quis explorar um formato que eu ainda não tivesse usado, que ocupasse mais a tela e deixasse tudo bem na cara de quem acessa o blog. Engraçado é que fazia muitos meses que não lia o Tiago Dória, uma das minhas maiores influências no início do blog, e reparei que ele fez algo semelhante no seu próprio blog também. 


Muitos jornalistas que trabalham ou trabalharam no meio cultural reclamam da dificuldade de fazer um veículo dessa área no Brasil. Na internet, você encontra inúmeros blogs sobre isso, mas poucos rentáveis. No caso de um blog que fale especificamente sobre bandas independentes brasileiras, então, penso que essa dificuldade seja ainda maior. Mesmo assim, o Meio Desligado tem espaço para anúncios e ações pagas. Você consegue ganhar dinheiro com o blog? É possível se manter apenas com ele?

Eu me manteria com o blog se morasse na casa dos meus pais, não pagasse ingresso para ir a nenhum show ou festa e parasse de beber. Ou seja, o Meio Desligado é, diretamente, um complemento. Indiretamente, ele intermedia outras possibilidades de trabalho que, essas sim, são rentáveis. 


Nos últimos meses, a frequência de posts caiu bastante. Isso tem alguma relação com o uso de redes sociais ou a popularização das plataformas de música, como Spotify e Last.fm, que recomendam artistas e permitem que o público dependa menos do jornalista para conhecer uma banda nova? Você acredita que as pessoas têm interesse em conhecer e ler sobre bandas novas e brasileiras?

Diminuiu porque tenho tido menos tempo para me dedicar ao blog e porque tenho tido um pavor crescente de excesso de informação. Quando entro no Trabalho Sujo, por exemplo, quase tenho um treco com aquele tanto de informação (e maior parte dela é essa coisa piadista da internet). Já que tenho pouco tempo para o blog, penso duas vezes antes de publicar qualquer coisa. Mas estou longe de achar que estou fazendo uma coisa muito boa. Esse é o meu objetivo, mas por enquanto ao menos estou sendo honesto com a minha realidade e em busca de melhorar. 
Sobre o interesse do público, há sim, apesar de ser um segmento bem específico. É muito mais fácil e gera mais frutos falar de coisas mais populares e gringas, mas não é o que me interessa. 
E sobre plataformas de streaming, amo o Deezer. Minha vida mudou depois que passei a usar essa nova versão. Comecei a usá-lo quando foi lançado, anos atrás, pra conhecer algumas bandas francesas e tal. Agora a história é outra, mudou minha vida. Faz meses que enrolo pra fazer um texto sobre isso. 


Marcelo, mas o que te incomoda é o excesso de informação ou a falta de filtragem dele? Será que o jornalista/blogueiro não seria o responsável por selecionar informações relevantes diante desse excesso? O que você acha disso?

A filtram dele é o ponto crucial aqui. A produção ser grande é positiva. É ótimo ter mais gente podendo se expressar através de diferentes pontos de vista, diferentes experiências de vida envolvidas na produção. Nesse cenário, existe uma necessidade crescente de "curadoria", que seria essa filtragem a partir de critérios definidos por quem exerce essa "curadoria" de conteúdo. Se existem cada vez mais coisas incríveis sendo criadas no mundo todo, também estão sendo surgindo muitas que são medíocres e desinteressantes. Apesar de eu achar que cabe a cada indivíduo avaliar como determinada informação irá afetá-lo, é claro que muitas pessoas vão preferir acessar apenas o que já foi analisado por alguém antes e que foi considerado relevante. Mas não acho que seja uma função específica do jornalista, é uma função de quem se identifica e tem interesse com determinado tema. 
Alguns perfis no Twitter fazem bem isso, com seleções constantes de links. O Itaú Cultural ou o Sérgio Motta uma vez fizeram até uma premiação específica para curadoria de links. O Tumblr funciona muito dentro dessa lógica, com os usuários republicando (ou seja, fazendo uma filtragem) daquilo que mais os interessa. A grande comunidade de pornografia do Tumblr funciona basicamente assim, existem alguns blogs mais genéricos todo tipo de pornografia e a partir desses vários blogs temáticos vão filtrando e republicando somente o que se encaixa com seus perfis e suas análises de qualidade. É um tema que cheguei a começar a pesquisar para o meu artigo de pós-graduação mas depois o troquei por outro assunto.


Sobre o Music Alliance Pact. Quando e como surgiu o convite para participar desse projeto?

Eu atualizava um pouco uma versão em inglês do Meio Desligado e pesquisando sobre música brasileira o criador da MAP, um escocês, encontrou o blog. Na época tinha um brasileiro fazendo doutorado na Escócia tendo o Meio Desligado como objeto e imagino que isso tenha ajudado também. 


Você recebe muito material de divulgação de bandas? Como escolhe o que pode ou não entrar no Meio Desligado?

Recebo muita coisa no email do blog (não foi à toa que te pedi para enviar as perguntas em outro email, rs). É cansativo. E como tenho outras atividades que me demandam muito tempo, acabo fazendo uma leitura bem superficial do que chega. São praticamente três coisas que analiso nos emails, para me poupar tempo: 
1: O nome da banda. Se acho o nome da banda idiota, dificilmente vou ouvir. Se não conseguem sequer dar um nome interessante para a banda, o que esperar das músicas e das letras? Às vezes acabo deixando de conhecer algumas coisas boas, mas é raro. Demorei a ouvir o Macaco Bong, no início da banda, por exemplo, porque não gostava do nome. 
2. Anexos. Se enviam email com anexos pesados eu só não apago se for algo que realmente me prenda a atenção (alguma banda que já conheço e gosto, algum festival ou ação que ache interessante). 
3. Se o email foi enviado só pra mim ou estou em uma lista. Se a pessoa te manda um email direcionado, teve o trabalho de parar para te escrever algo, o mínimo que ela merece é um pouco de atenção. Já faz um tempo que não consigo dar um retorno pra esses emails, mas os que chegam diretamente pra mim quase sempre são lidos. 
Apesar disso tudo, é raro alguma pauta chegar até mim por email. Não faço agenda no blog e praticamente não dou notícias, a maioria dos emails é relacionado a isso - algum lançamento. É sobre isso que as outras pessoas estão escrevendo, então prefiro encontrar minhas pautas por conta própria, tentar criar conteúdo que considere relevante, em vez de mais do mesmo.


Você acompanha outros blogs de música? Quais? (Vale nacionais e internacionais)

Leio poucos blogs fixos. Tipo uma vez por semana (ou ainda mais espaçado) acesso o Hominis Canidae, Trabalho Sujo, Urbe (esses dois últimos d'O Esquema), o Lúcio Ribeiro, Miojo Indie. Nesses eu paro para ler o que está escrito. Mas diariamente acesso blogs aleatórios e não leio nada, só dou play nas músicas para saber sobre o que estão falando e na maior parte do tempo me decepciono. O melhor lugar pra conhecer música, pra mim, é no Deezer e nos blogs da Music Alliance Pact. Cada vez que entro em um dos blogs da MAP isso acarreta em no mínimo umas 10 bandas novas pra ouvir, porque pesquiso sobre elas, ouço artistas da região delas, coisas do tipo. Ah, e de vez em quando leio a Pitchfork também, mas é mais pra rir do tanto de porcaria que eles supervalorizam. 


Qual a sua opinião sobre o jornalismo musical diante das novas mídias? E sobre a blogosfera de música? Quais aspectos positivos e negativos você considera?

Acho que as pessoas que estão nesse meio não pensam muito em explorar o formato. Alguns sequer parecem pensar no conteúdo, mas vejo que alguns escrevem super bem, têm textos mais elaborados, mas se você estivesse lendo em outro suporte, a diferença seria mínima. 
E tem uma coisa que me incomoda muito, que é a forma como utilizam as redes sociais. O sujeito faz uma notícia informando que a banda X foi confirmada em tal festival. Em vez de o imbecil tweetar que "a banda X vai tocar no festival tal" ele escreve "saiba quem é a nova banda confirmada no festival tal". Pra que isso? É uma bobagem fazer esse tipo de coisa pra ganhar uns acessos adicionais. O Twitter pode funcionar por si só. Se você consegue passar a informação em poucos caracteres, faça isso e deixe o link para quem quiser informações adicionais, não use as redes sociais apenas como caminho. 


Quais dicas você daria para alguém que tem um blog e quer ganhar relevância na web?

Não desista. 


Se você pudesse definir o Meio Desligado em algumas músicas ou uma banda, quais seriam?

Não dá. O máximo que consigo é relacioná-lo a algum festival, como o Eletronika e o Escambo (festival que produzi em Sabará através do coletivo Fórceps e que já teve bandas como Black Drawing Chalks, Macaco Bong, Transmissor, Dibigode, Marcelo Jeneci, Emicida, Constantina, Cabruêra, Flávio Renegado e outros). O Eletronika tem esse conceito da música experimental junto com a música mais de entretenimento, da tecnologia e da cultura digital, temas diretamente ligados ao blog. 

Você nasceu e mora em Minas Gerais? Quantos anos você tem?
Nasci em Sabará, uma cidade histórica ao lado de BH, mas vivi meus primeiros 10 anos em outra cidade, a uns 100km da capital. Depois disso, voltei pra Sabará e moro em BH há algum tempo. Tenho 26 anos.

21 de outubro de 2013

A nova TV

Depois de um ano e oito meses em seu formato inicial, coloquei uma nova versão da TV Meio Desligado no ar. A exibição sequencial e automática dos vídeos, que buscava reproduzir a experiência tradicional da TV, foi interrompida e agora os vídeos são apresentados em um modelo full screen minimalista, organizados como em um blog tradicional.

Quem ainda quiser a experiência de exibição dos vídeos sequencial (só dar play e assistir a toda a programação sem ter que fazer mais nada), ainda pode fazê-lo por aqui, no Vimeo do blog.

Ainda estou alterando algumas coisas no código da página e sugestões (e críticas) são bem vindas. Aproveitando a oportunidade, aqui vão alguns dos vídeos publicados por lá já na nova versão.










19 de outubro de 2013

Karol Conká na Music Alliance Pact

O Meio Desligado é o representante exclusivo do Brasil no Music Alliance Pact, projeto global que envolve cerca de 40 blogs especializados em música, de diferentes países, que mensalmente realiza uma coletânea com bandas independentes/alternativas desses países. Todo dia 15 é publicada a coletânea com uma música escolhida pelo representante de seu respectivo país de origem.

Clique sobre o nome de cada música para ouvi-la ou faça o download da coletânea completa, de graça. 

ARGENTINA: Zonaindie
Juani - Déjame Entrar
Juani's involvement with music began during his teenage years and it hasn't stopped since. Songwriter, singer, musician, producer, cultural manager... you name it. In between his multiple projects (one of them being involved with Rosario's biggest independent label Planeta X), Juani managed to pull out a new solo album called La Paz Ciencia (a pun between the words "peace" and "science"), with songs that range from Argentine folk to pop and acoustic rock. Déjame Entrar is our favorite track but you can download the whole thing from the website.

White Caves is the new venture from Melbourne songwriter Darren Cordeux. The former Kisschasy frontman has completely left behind the acoustic teen psyche of 2006 for a much looser sound. I've Lost carves a completely uplifting vibe out of sombre song content. Thanks to some clear-cut production, soaring vocals and a vibe that sounds like MGMT's Andrew VanWyngarden fronting a slacker-pop band, White Caves is lending a new dimension of fun to typical 'pop-jams' right here. 

AUSTRIA: Walzerkönig 
Three kindergarten friends form a band and make pop music. Viennese Amere Meander appeared out of nowhere with songs that are sometimes dreamy and sweet, sometimes mysterious and noisy, drawing inspiration from anything from shoegaze to Fleetwood Mac. Always catchy but never unpredictable, Something I Am Not is taken from their debut album To Lead Astray. 

BRASIL: Meio Desligado 

Karol Conka, an artist on the rise in the Brazilian hip hop scene, caught the media's attention with her first singles and this year she released her debut album. Boa Noite is one of its best tracks, with a strong beat and African vocal melodies in the background. This song is also included in the FIFA 2014 game, alongside the likes of Nine Inch Nails, Portugal. The Man and Disclosure.

Edmonton, Alberta's Twin Library are chemists, experimenting and tweaking the formula that results in their incredibly sophisticated and sonically rich songs. They are prolific recorders and their latest release, They Were Marked As Targets, is their finest collection of unconventional pop yet.
  
CHILE: Super 45 
After a three-year break, MC and producer Bronko Yotte (Felipe Berríos) gets back on track with a new album, Con Eso Te Digo Todo, released through Dilema Industria. On its 22 tracks, Bronko Yotte offers profound considerations about the system's incongruities, social relations and working life, without losing his sharpness and sense of humor. Bruma features Jamez Manuel (Zonora Point). 

The story of La Chiva Gantiva began in Brussels with a group of young Colombians who started playing percussion together. Driven by a desire to assert their roots, they started to blend Colombian rhythms with other styles of music such as rock, Afrobeat and funk. Today they are preparing their second album Vivo and we can enjoy, in advance, Para Arriba, a song about inspiration. 

DENMARK: All Scandinavian 
Music is good for much, but in the case of Charlie Campari it's a lifesaver. It's what keeps him off the needle and his first solo release, Moon Cricket EP, tackles his demons and past life on the streets of Copenhagen and several overdoses - three of them fatal - on a backdrop of acidic blues reminiscing Lou Reed, early Beck and The Brian Jonestown Massacre. Check out MAP exclusive download Bass Vampires and the cool video for single Monkey King. 

DOMINICAN REPUBLIC: La Casetera 
Carolina Camacho's voice is truly one of a kind, but she leaves nothing to chance. After many years of intense lyrical training, she's been a part of various local musical acts such as SonAbril and Camacho. Recently she's gone solo, dedicating herself to exploring the worlds of vocal jazz, roots music and feminine empowerment on her newest single Ninfa De Las Aguas. Her first album Atabey is out on October 16. 

ECUADOR: Plan Arteria 
Mamá Soy Demente, a Guayaquilean duo formed by Dennis Darquea and Carlos Bohórquez, present their new single Salsa De Marte. The track, which plays with the idea of making a rock song with salsa influence, is part of their live album Mamá Soy Demente (En Vivo).

ENGLAND: Drowned In Sound 
Sometimes the ache drips down the side of a song. Annie Eve is from north London and has quietly begun building a fanbase. DiS recently saw this impressive young lady headline a sold-out church venue for those pulse-fingering folksters Communion Records. She takes a dab of influence from Bon Iver but casts her own shadow over these gentle sad-songs whilst her voice wows. If you fell under Daughter's spell in 2012/13 then you'll likely be obsessed with Annie Eve in 2014. 

ESTONIA: Rada7.ee 
Imandra Lake is the new project of Rein Fuks and Eve Komp of Tallinn band Pia Fraus, and follows a similar indie-shoegaze line but it's all fresh and they sing in Estonian. Imandra Lake's sound is noisy and reverberant but less pop and quite tranquil and deep, reaching even the boundaries of the darker side of folk. Metsatants is a new track from their forthcoming second album which continues the same warm sound.

FINLAND: Glue 
If J Mascis knew Finnish he would probably sound like the guys in Gim Kordon. This punk-rock trio, the first Finnish-language signing to hip label Soliti, is readying a debut album for next spring. As a first taste here's a raw and noisy early demo of Ei Ole Helppoo. The chorus is very catchy, so don't fear the language and sing along.

GREECE: Mouxlaloulouda 
Dalot is the creative alias of Maria Papadomanolaki. Ancestors EP, which was inspired by her grandfather's old photographs, is a reconstruction of fragments, not concerned with the accuracy of images and moments but with opening up the flood of memory mechanics to imagination and transformation. The songs of the EP reveal a cascade of emotions and offer an exploration of texture and atmosphere, as physical instruments merge with subtle electro-acoustic ambience and ethereal turbulences. The haunting title track features Izumi Suzuki's angelic vocals. 

INDIA: NH7 
Guitarist Kamal Singh of erstwhile Bangalore post-rock act Lounge Piranha has struck gold with his newest side-project Hoirong. His debut album, The Resurrection Of The Princess Of Woe And Her Vampire Hound Posse, is not only a mouthful of a title but a grungy, raw record recorded wholly on a laptop mic, spanning from disco-punk to noise-rock, with lo-fi production and a dark sense of humor. The album is Singh's ode to the 90s alternative music scene and definitely wins over fans of dirtier, lo-fi music. 

INDONESIA: Deathrockstar 
Jakarta singer-songwriter Puti Chitara makes beautiful pop songs with sweet arrangements. She recently won a contest at A Exchange to support the recording of her debut album. 

ITALY: Polaroid 
Produced by A.J. Mogis (Saddle Creek Records) and recorded in the Arc Studios in Omaha, Nebraska, Build A Fire is the third album by Green Like July. Mike Mogis of Bright Eyes and Jake Bellows of Neva Dinova, among others, collaborated on various songs. Green Like July have their roots in American tradition but they can evoke the magic of classic Beatles melodies. 

Hisamokuden-Kow. calls the relatively relaxed prefecture of Tochigi, a few hours north of Tokyo, home. It is not a place one expects a busy track like Our Song to emerge from, all skittery beats and manipulated vocals tumbling over one another in an almost cartoon fashion. Yet despite how crowded it can get, it retains a catchiness throughout. Not bad, Tochigi.

MALTA: Stagedive Malta FellowFish - The Outlaw Hailing from Valletta, Lyon and New York, FellowFish find themselves on the tiny Mediterranean island of Gozo (Malta's sister island). FellowFish is made up of lead singer and writer Keith Anthony, Christophe Ladret on percussion/drums and Kristian Vella on guitars. Their self-titled debut album, released earlier this year, has a mix of influences, ranging from Al Jarreau's smooth groove to Jeff Buckley's melancholic melodies.

Pop-folk flavoured with coconut milk, composed using flip-flops and lying on a hammock by the palm trees. Caloncho comes from the sun-drenched city of Guadalajara and is known for wearing flowery Hawaiian shirts on stage and throwing bananas to the front rows. His debut Fruta EP has some juicy, fruity tunes that combine a vintage Tex-Mex rock 'n' roll from the likes of Ritchie Valens but also squeezes a hint of reggae on the mix. Palmar, first single and video, is an invitation to lay by a topless brunette on a Mexican beach and sway oblivious from the real world. 

PERU: SoTB 
After the separation of promising band Mi Jardín Secreto, singer Víctor Hugo Vargas began to release his own singles, preparing the way for the arrival of debut album El Primer Disco De Víctor Hugo, available for free from his website. Lima Es Nuestra is about a farewell and other reflections, narrated under the same nostalgic sky of the city where he lives, Lima. 

So here's autumn again and it's hard to imagine a better anthem for those days than Tears From The Sun. Although the electro-pop duo only appeared on the Polish scene this year, We Draw A founder Pete Levy is known from Indigo Tree, a guitar-oriented band who recorded two LPs and gathered some underground fame from 2009-2011. We Draw A are recording for the Brennnessel label. 

João Correia, an accomplished singer-songwriter, musician and also a drummer for friends' bands, had his first entry in MAP in December 2011, but as Julie & The Carjackers. This time he visits us with another project, Tape Junk, who recently released debut album The Good & The Mean, where No Romance Without Finance comes from. The song is backed with this vídeo

PUERTO RICO: Puerto Rico Indie 
Bando is a new collaborative effort between veteran musicians of Puerto Rico's rock scene, including Agustín Criollo (Astrid Pröll) and Gaby Vidal (ONGO, Similar), focussed on exploring the music of the African diaspora through the classic and revolutionary Afrobeat sound. The group follows Fela Kuti into fertile territories for musical exploration such as bomba and Afro-American funk, inviting us to lose ourselves in dance without shying away from political lyrics that reflect the island's struggles. Bando are currently recording their debut, and have graciously offered us eight-minute scorcher Serembé as a MAP exclusive download.

ROMANIA: Babylon Noise 
Fine It's Pink are new to the music scene but they are growing up fast. Although you can't put a finger on one genre, you can clearly hear post-rock, indie, electronic and strong psychedelic influences. Sky Is No Limit is their statement song, the one that takes you into their world of dreams. You can hear more of this world on SoundCloud

SCOTLAND: The Pop Cop 
If anyone could be held up as a glowing example of the 'less is more' approach it's There Will Be Fireworks. Four long years after the release of their acclaimed self-titled debut album, Scotland's reclusive princes of guitar-rock reverie have finally announced details of its successor, The Dark, Dark Bright, out on November 25 through Comets & Cartwheels. The album finds the group in a masterful embrace of the grandiose and the graceful - MAP exclusive download Roots falls into the latter category as the tenderest of tender acoustic compositions. 

SOUTH KOREA: Korean Indie 
The mid-00s offered Korean indie-pop at its very finest with Tearliner as one of the key artists. Eight years after his first full-length, Tearliner returned with the Grey Garden album last month showcasing a more polished sound than the lo-fi productions he would previously offer. Strange Intimacy is a pretty, slow-paced, dreamy piece perfectly combining the best of both the old and new Tearliner. 

UNITED STATES: We Listen For You 
Jared Bartman crafts majestic songs that twist pop elements around a sensitive core stabilized by occasional adventurous flourishes. Bartman's music can act as a backdrop for a smooth listen or something to be studied with the headphones fastened tight. Either way, Bartman is a must-listen for everyone. 

VENEZUELA: Música y Más 
Laura Guevara is a young woman who has everything - she is a singer, songwriter, artist, actress and audiovisual director, besides having a melodious voice that impressed attendees of last year's Virgen Fest. She currently has a live EP out while she puts the finishing touches to her debut album.

9 de outubro de 2013

Coletânea Cena Independente #21

A Cena Independente é uma coletânea mensal, inspirada no Music Alliance Pact, que busca apresentar parte do que há de mais novo e relevante na música nacional através da curadoria de blogs especializados, cada um responsável por um Estado brasileiro.

A mixtape é organizada pelo FUGA Underground e publicada sempre no último dia de cada mês pelos blogs parceiros. O Meio Desligado é o representante de Minas Gerais e o representante exclusivo do Brasil na Music Alliance Pact, que inspirou a coletânea.

Você pode fazer o download da coletânea completa ou ouvir faixa a faixa, abaixo.


1 Emilio Sagaz – O Desvio de um Anjo [MARANHÃO: Shock Review]
2 Lucas Avelar – Coragem [MINAS GERAIS: Meio Desligado]
3 It Girl – Ride [CEARÁ: Implosão Sonora]
4 Kingz – Everytime I Lose It [RIO GRANDE DO NORTE: FUGA Underground]
5 Lucas Dourado – A Saga [PARAÍBA: Atividade FM]
6 Davi Fireman – Estamos de Volta [ALAGOAS: Sirva-se]
7 The Joy – A Cruz [RORAIMA: Som Independente]
8 Bianca – Chained [RIO DE JANEIRO: RockInPress]
9 Lívia Cruz – Diamantes [SÃO PAULO: Move That Jukebox]
10 DaGanja – Família em 1º Lugar [BAHIA: El Cabong]
11 Rodrigo Morcego – Carrego do Satanás [PERNAMBUCO: AltNewspaper]
12 Mr. Fuck – Vulneráveis [MATO GROSSO: Factóide]



MARANHÃO: Shock Review
Emilio Sagaz – O Desvio de um Anjo
rock/alternativo/eletrônico
O vocalista da banda Diamante Gold, já conhecida do público de São Luís, Emilio Sagaz tem investido em carreira solo experimentando a junção da sonoridade de guitarras vintage com música eletrônica no seu novo EP - Um Filme. Um caminho musical diferente do executado na banda da qual participa. Suas influências musicais neste novo projeto estão em bandas como a Late of the Pier, Metronomy e The Whitest Boy Alive, que exploram sonoridades mais eletrônicas na cena do rock pop mundial. O EP - Um Filme foi bem aceito, selecionado para 06 Gritos Rock em 05 Estados Brasileiros em 2012. A música Brio foi escolhida para compor a Coletânea Arretada do site Melody Box, além de destaque da Semana no mesmo site. Também em 2012, Emilio abriu shows importantes como O Rappa e Criolina. Em 2013, Sagaz foi selecionado para o Grito Rock Teresina e São Luís.
Para quem gosta de: Otto, Queens of Stone Age, The Strokes
Mais de Emílio Sagaz no Soundcloud


MINAS GERAIS: Meio Desligado
Lucas Avelar – Coragem
mpb/pop
Da atual cena mineira, Lucas Avelar talvez seja o artista de maior potencial para dar continuidade à escola de rock pop de bandas como Skank e Pato Fu. Em seu segundo CD, "Coisa de Cinema", usa inspirações retrô para suas canções românticas envoltas em certa melancolia.
Para quem gosta de: Little Joy, Coldplay, Skank
Mais de Lucas Avelar no site oficial


CEARÁ: Implosão Sonora
It Girl – Ride
rock alternativo
It Girl nasceu em Fortaleza, mas daqui a pouco ganhará o mundo. Com um rock divertido e feito pra dar pulinhos, o quinteto formado por Pedro Fialho (Voz), Anatole Nogueira (Guitarra), Yuri Lobato (Guitarra), Ricardo Arraes (Baixo) e Cícero Nascimento (Bateria) lançou recentemente o EP “SUB” com 6 ótimas faixas. A sonoridade da banda recebe muitas influências de cultura pop e poderia embalar muitos filmes da Sessão da Tarde na década de 1990.
Para quem gosta de: anos 90, sábado ensolarado, rock alternativo
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RIO GRANDE DO NORTE: FUGA Underground
Kingz – Everytime I Lose It
rock/stoner
Dado o fim prematuro do Kung Fu Johnny no início de agosto, Cesar Valença (guitarra) e Fausto Alencar (baixo) não precisaram de muito tempo para colocar alguma novidade na praça. Encontraram em Daniel Araújo, baterista de metade das bandas em atividade no Rio Grande do Norte, o substituto perfeito para o posto de Ian Medeiros (Mahmed) na sua nova empreitada. A banda reformulada se chama Kingz, o nome mais google friendly já visto pela Noiva do Sol. Pelo primeiro single lançado no comecinho de setembro, o grupo ressurge com uma proposta ainda mais roqueira e pesada. Mais próximo de um Truckfighters que do Black Keys de sua finada banda.
Para quem gosta de: AC/DC, Foo Fighters, Truckfighters


PARAÍBA: Atividade FM
Lucas Dourado – A Saga
world music
O cantor e compositor Lucas Dourado, integrante do grupo Troça Harmônica, estreou sua carreira solo neste mês com o álbum “Motor Misterioso”. Lucas é baiano, mas há 13 anos vive em João Pessoa. É possível encontrar neste seu primeiro trabalho influências e inspirações do Clube da Esquina, Novos Baianos, Geraldo Azevedo, Moacir Santos e também da música africana. Além de Lucas Dourado (voz, guitarra e violão), a ficha técnica de Motor Misterioso é composta por Ruy José (bateria), Chico Limeira (baixo, guitarra, cavaquinho), Haley Guimarães (teclado, sintetizador e guitarra), Helinho Medeiros (teclado, sintetizador e acordeon), Uirá Garcia (guitarra), Macaxeira Acioli (percussão) e Pablo Ramires (percussão). Nos vocais, parceiros de outro grupo do qual Lucas fez parte - Nassala Dacasaverde: Polly Barros, Erica Maria e Gabriel Pereira (vocal).
Para quem gosta de: Clube da Esquina, Novos Baianos, A Troça Harmônica e Seu Pereira e Coletivo 401.
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ALAGOAS: Sirva-se
Davi Fireman – Estamos de Volta
rap/soul
Rap com banda ou bases quase todas produzidas com instrumental orgânico é a pegada de Davi Fireman, cantor alagoano que já corre há certo tempo pelo cenário local, seja participando do show de bandas renomadas, em apresentações menores ou dividindo os vocais em gravações com outros músicos da cidade. A faixa “Estamos de Volta” foi lançada há poucos dias e conta com a produção de Alexandre Modesto e a participação de Luiz de Assis, da banda de Vibrações, hoje a maior representante do reggae de Alagoas.
Para quem gosta de: Haikaiss, Projota, 3030
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RORAIMA: Som Independente
The Joy – A Cruz
pós-punk
Desde 2006, um amazonense radicado em Roraima, chamado Rafael Balieiro, já escrevia e tocava suas músicas, todas elas influenciadas pelo bom e velho pós-punk. Em 2012, ao lado de eternos companheiros o projeto de Rafael tornou-se uma banda que passou a responder pelo nome de The Joy. Em um ano a banda cresceu, fortaleceu-se e já desponta como uma das principais bandas da nova geração do rock roraimense. Ainda transitando entre o mundo secular e o cristão, por meio de letras gospel, o grupo vem conquistando seu espaço levando no currículo participação nos principais festivais dos dois seguimentos em Roraima. No segundo semestre o power trio pós punk/indie rock apresentou em seu site, seus primeiros singles e confecciona seu primeiro EP. Rafael Baleiro, vocal guitarra e teclado, Jardson Botelho, baixo e teclado, Led Johnson, bateria; essa é a The Joy.
Para quem gosta de: Pós-punk 80's.
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RIO DE JANEIRO: RockInPress
Bianca – Chained
chill
Três sílabas fortes: Bianca. Simples e direto. Impõem respeito, mostra uma grandeza por si só e é bonito e popular. Com apenas 10 canções autorais, 18 anos e uma carreira que se conta em dias, Bianca planeja lançar um EP em breve e aguarda a finalização da “Delicate Situation”. Dirigido por Kayhan Lannes, o clipe de “Chained” exibe uma beleza simples, nostálgica e emocionante que, alinhado com a música sentimental de Bianca, casam-se perfeitamente como todos os finais felizes de Shakespeare.
Para quem gosta de: Regina Spektor, Bon Iver, Birdy
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SÃO PAULO: Move That Jukebox
Lívia Cruz – Diamantes
hip hop/rap/R&B
O hip hop paulistano e suas influências e variações encontra nuances de R&B moderno e de um pop um tanto quanto sofisticado no trabalho da cantora Lívia Cruz. Nascida no Recife, ela mora atualmente em São Paulo, onde criou e gravou “Muito Mais Amor”, disco que conta com participações de nomes como Rael e Rashid. Este último participa da linda “Diamantes”, uma quase-balada movida a pianos melancólicos e beats que fazem a cama para os flows e rimas de Lívia e Rashid comporem o cenário.
Para quem gosta de: Karol Conká, Flora Matos, Rashid
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BAHIA: El Cabong
DaGanja – Família em 1º Lugar
rap
Desconhecido, mas crescente, o rap baiano segue apresentando novidades. DaGanja, um dos principais nomes do gênero em Salvador, acaba de lançar seu segundo álbum, "Tá no Ar". Cheio de participações especiais, o disco é quase um quem é quem do rap local, e traz um rap tradicional, com batidas e bases a cargo de DJs convidados, mas também com outras influências e uma banda base com baixo, guitarra e uma dupla de sopros (trombone e trompete) dando um tom especial ao som. Nesta música, DaGanja conta com a participação Donna Liu.
Para quem gosta de: Emicida e Racionais MC´s
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PERNAMBUCO: AltNewspaper
Rodrigo Morcego – Carrego do Satanás
blues/rock/alternativo
Rodrigo Morcego é um dos músicos mais ativos da noite recifense, com um retrospecto de shows em diversos bares e casas de shows. Vem realizando trabalho autoral e também covers de sonoridades como o jazz, o rock progressivo e clássico e o blues. Neste mês ele lança seu primeiro disco solo, blues com sotaque pernambucano, estilo que é sua paixão! Na música escolhida para a mixtape, ele deixa claro que não esqueceu suas influências anteriores, mas que agora seu coração e sua alma pertencem ao blues, com direito a todo o seu carrego e sujeira...
Para quem gosta de: Blues com sotaque pernambucano
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MATO GROSSO: Factóide
Mr. Fuck – Vulneráveis
rock falcatrua
Um dos bons novos nomes da cena cuiabana, a Mr. Fuck já integra o circuito de shows da cidade e prepara-se para aparecer de vez com o lançamento do clipe da canção “Vulneráveis”.
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