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14 de outubro de 2011

Coquetel Molotov Salvador

A baixista do Guillemots te deixa tonto. Fã de tapioca. E flertou.
O japa baixista/dançarino/apertador-de-botões do HEALTH tomava iogurte durante a tarde no hotel enquanto usava seu computador bem no meio do salão, ligado à tomada da pilastra central. Pensaram que era um modelo extravagante (talvez fosse).
Encontros da madrugada com o vocalista bêbado no elevador.
Aniversário do tio Tom Zé.
Black Sabbath em slow motion.
Qualquer droga era boa e quem tem azul tem tudo.
Coquetel.
Molotov.



Salvador.

Entre o hotel e a Concha Acústica mora Ivete Sangalo. Deus e o Diabo na terra do sol.

5.000 pessoas reunidas.
Guillemots, videogame, Tom Zé, Mombojó, Retrofoguetes.
Mundo Livre S/A, HEALTH, O Círculo.


Milhares de pessoas presentes no mesmo espaço. Milhares divididas por kilômetros, acompanhando pela internet. 2011. Vivo e Petrobras bancando um festival de música vanguardista. "O" festival de música vanguardista do Brasil.

Tom Zé e Mundo Livre S/A apresentando clássicos brasileiros de diferentes épocas, estejam eles estabelecidos ou não. O Círculo e Retrofoguetes representando a cena contemporânea local. Guillemots ganhando centenas de novos fãs. JJ72 + Keane + Nirvana + HEALTH (este último, ao menos na última música do show, no qual o baterista da banda californiana HEALTH complementou, de improviso, a percussão do Guillemots). HEALTH fazendo um dos melhores shows dos últimos anos, talvez tão impactante quanto o Battles em 2008 (?). "Noise progessivo: sonic youth encontra o Cristal Castles. Tava na festa Mars Volta, My bloody Valentine, Emmerson Lake and Palmer e o Nine Inch Nails inteiro", escreveram no meu perfil no YouTube. Para o bem ou para o mal, um show extremo. Assim como o festival: extremamente gratificante. E que justificativa o título de "melhor festival indie" do Brasil.




E esse é só o começo da edição de 2011.

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