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4 de março de 2011

Grito Rock 2011

Baseando-se em clichês e pré-julgamentos seria fácil afirmar que os roqueiros brasileiros são avessos às estripulias do carnaval e algumas de suas principais marcas registradas, como o samba (ou, dependendo da região do país, axé). Por outro lado, carnaval também é sinônimo de diversão, flerte e descontração. Ou seja, o carnaval (também) é rock´n´roll. Há quase 20 anos festivais como o Recbeat e o Psycho Carnival têm reforçado a ideia da possibilidade de programações musicais alternativas durante o carnaval, mas foi recentemente, com o surgimento do Grito Rock, que ela se espalhou pelo Brasil (inclusive ultrapassando suas fronteiras) e se reforçou.


Exemplo de produção colaborativa e do trabalho em redes (digitais e analógicas), o Grito Rock é um festival musical que, em 2011, apresenta quase 2.000 bandas e está sendo realizado em 132 cidades de 10 países (Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia, Chile, Panamá, Costa Rica, Honduras e El Salvador) no período entre 19 de fevereiro e 28 de março, com maior concentração de eventos nos dias de carnaval. Estima-se que sua produção movimente cerca de R$ 2,2 milhões no mercado de música independente brasileiro, divididos entre a moeda corrente (Real) e moedas solidárias (baseadas na troca de serviços), envolvendo em torno de 10 mil pessoas somente no processo de produção, entre voluntários, empregados formais, informais e autônomos. Em termos de público, de acordo com os produtores do festival, a expectativa gira em torno de um total de 200 mil pessoas.

Matéria completa no portal Conexão Vivo.

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