"No total, já aconteceram cinco edições do PMW Rock Festival, e de lá pra cá muita coisa mudou, e pra melhor. É fato que o cenário do rock em uma região do norte totalmente mediada por outros ritmos como forró, sertanejo e brega, não tinha uma cultura forte enraizada no rock, mas isso era antes. A realidade que nos cerca hoje é bem diferente, e essa mudança só aconteceu por meio da iniciativa de pessoas que acreditaram no que faziam e apesar das dificuldades não deixaram de concretizar suas idéias. Há cinco anos, quando o evento PMW ainda era uma tentativa de realizar um festival de rock, tudo era diferente, da estrutura ao público. Mas, a cada festival realizado, as coisas foram se modificando, as estruturas melhorando, o público crescendo, o número de bandas se multiplicando e uma cadeia produtiva foi se formando".
O mais legal desse primeiro parágrafo do material de imprensa do festival PMW é perceber que se trata de uma realidade não somente de Palmas ou do Estado de Tocantins, mas de diversas regiões brasileiras. As ações desenvolvidas por cidades tão distintas quanto Sabará, cidadezinha histórica de MG, onde moro (apesar de ficar a maior parte do tempo em Belo Horizonte), João Pessoa (PB) ou Cuiabá (MT) nos últimos anos mostram uma evolução constante em uma cena que finalmente passa a ser digna de tal alcunha. Chegando ao fim da década, fica claro o trabalho realizado no circuito artístico alternativo e, especialmente, na música independente, em busca da ampliação desse cenário, tanto em termos estruturais quanto qualitativos.
As estruturas e os ritmos variam, porém existe um interesse comum na construção coletiva de algo que é maior do que todas as bandas, produtores e até mesmo do público, algo que não termina junto ao fim de cada show, que continua após cada festival. É difícil expressar essa sensação, mas acredito que todos os envolvidos entendem o que digo. Quem não entende pode tentar.
O mais legal desse primeiro parágrafo do material de imprensa do festival PMW é perceber que se trata de uma realidade não somente de Palmas ou do Estado de Tocantins, mas de diversas regiões brasileiras. As ações desenvolvidas por cidades tão distintas quanto Sabará, cidadezinha histórica de MG, onde moro (apesar de ficar a maior parte do tempo em Belo Horizonte), João Pessoa (PB) ou Cuiabá (MT) nos últimos anos mostram uma evolução constante em uma cena que finalmente passa a ser digna de tal alcunha. Chegando ao fim da década, fica claro o trabalho realizado no circuito artístico alternativo e, especialmente, na música independente, em busca da ampliação desse cenário, tanto em termos estruturais quanto qualitativos.
As estruturas e os ritmos variam, porém existe um interesse comum na construção coletiva de algo que é maior do que todas as bandas, produtores e até mesmo do público, algo que não termina junto ao fim de cada show, que continua após cada festival. É difícil expressar essa sensação, mas acredito que todos os envolvidos entendem o que digo. Quem não entende pode tentar.
Programação do festiva PMW 2009
13.11 (Sexta)
01:15 Wander Wildner (RS)
00:30 Engenho Novo (TO)
23:45 Ecos Falsos (SP)
23:00 Irmãos da Bailarina (BA)
22:15 Hierofante Púpura (SP)
21:30 Poetas do Caos (TO)
20:45 Capelinos (TO)
20:00 Orange (TO)
14.11 (Sábado)
01:15 Cachorro Grande (RS)
00:30 La Cecilia (TO)
23:45 Black Drawing Chalks (GO)
23:00 Magaivers (PR)
22:15 Sattva (GO)
21:30 A Baba de Mumm rá (TO)
20:45 Herdeiros & Reis (TO)
20:00 Super Noise (TO)
15.11 (Domingo) TENDENCIES
Gratuito
20:45 Mata-Burro (TO)
20:00 Criticos Loucos (TO)
19:15 Prozac (TO)
18:30 Lost in Hate (DF)
17:45 Meros Berros (TO)
17:00 Koff Koff Buuu (TO)
16:15 Mohanna (TO)
15.11 (Domingo) TAQUARUÇÚ
Gratuito
21:00 Besouro do Rabo Branco (DF)
20:00 Veiétu (TO)
19:00 Caixa de Marimbondo (TO)
01:15 Wander Wildner (RS)
00:30 Engenho Novo (TO)
23:45 Ecos Falsos (SP)
23:00 Irmãos da Bailarina (BA)
22:15 Hierofante Púpura (SP)
21:30 Poetas do Caos (TO)
20:45 Capelinos (TO)
20:00 Orange (TO)
14.11 (Sábado)
01:15 Cachorro Grande (RS)
00:30 La Cecilia (TO)
23:45 Black Drawing Chalks (GO)
23:00 Magaivers (PR)
22:15 Sattva (GO)
21:30 A Baba de Mumm rá (TO)
20:45 Herdeiros & Reis (TO)
20:00 Super Noise (TO)
15.11 (Domingo) TENDENCIES
Gratuito
20:45 Mata-Burro (TO)
20:00 Criticos Loucos (TO)
19:15 Prozac (TO)
18:30 Lost in Hate (DF)
17:45 Meros Berros (TO)
17:00 Koff Koff Buuu (TO)
16:15 Mohanna (TO)
15.11 (Domingo) TAQUARUÇÚ
Gratuito
21:00 Besouro do Rabo Branco (DF)
20:00 Veiétu (TO)
19:00 Caixa de Marimbondo (TO)

7 participações:
Antes que alguém reclame do tamanho do título, pense: este é um meio digital e, portanto, não tenho as mesmas limitações de espaço da mídia analógica e ultrapassada.
Pare de copiar o velho, o tenha como referência apenas para descobrir o que você pode melhorar, não copiar.
Acho extremamente válido as iniciativas, e o que esta escrito no artigo acimo...Porem acredito que ate mesmo a cena alternativa comete um pequeno erro de centralizar e fazer um recorte do que "esta acontecendo" em termos de musica alternativa...Claro, nenhuma midia da conta exatamente do real e nem deve dar, mas vejo muita repetição de bandas independentes ao longo dos anos em festivais e outros eventos alternativos, e acredito ter muito mais a ser mostrado...De repente outros criterios e novas estrategias de curadoria seriam maneiras de fomentar e dar mais visabilidade ao que vem acontecendo de novo...se eh que acontece algo de novo hoje em dia...
Fica a ideia ai!
Deve-se entender o comentario acima feito principalmente para a cena alternativa de BH, que é a que tenho mais conhecimento...a dos os outros estados ja nao posso falar, pq nao conheço
ASS: o mesmo anonimo do comentario acima
amei os nomes das bandas, beijos!
Realmente, o festival ganhou o prêmio de melhor seleção de bandas com nomes bons/engraçados, tipo Besouro do Rabo Branco e Koff Koff Buuu.
Anônimo, concordo com você em relação à uma certa limitação em relação às bandas que são comentadas nos veículos que cobrem a cena independente. Na verdade, isso me incomoda quando percebo que existem muitas bandas legais e que ainda sequer foram comentadas até aqui no próprio Meio Desligado.
É uma das coisas que pretendo trabalhar nos próximos meses.
Bacana ver o primeiro paragrafo do texto que eu fiz para a galera do PMW o ano passado ( sim! fui que fiz a parte de assessoria do festival)...muito legal...E mais bacana ainda esse blog!
Valeu, Karina! Volte sempre!
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