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31 de agosto de 2009

Não são as piores capas da história da música brasileira

Sério, tem coisa pior.

Na verdade, essa capa é incrível. Poderia até ser do Grupo Porco de Grindcore Interpretativo.


Vanguarda da axé e de dançarinas semi-nuas em programas imbecis na TV.

Aparentemente, a tia tá sem roupa. Como isso pode fazer do mundo um lugar melhor?

Meo Deos, ela tem um histórico de capas horripilantes.

Não, o Tim não tá com cara de (hiper) chapado lesado nessa foto. Ele está de boca aberta porque está vendo o Belchior.

Deve ser super animado.

Como assim?

Imagine o designer responsável por isso explicando o conceito da capa.

"Eu queria ser"... outra pessoa?

Uhm... enigmático.

Ele é mau, niilista, não liga pra nada, até rasga partituras (se liga no visual mendigo).

Designer: "Chefe, não tinha grana pra contratar três gostosas, então chamei a Cleide, aqui do escritório,  e fotografei ela mesma. Mas pode ficar tranquilo que ninguém vai perceber que é ela".

E aqui começa a seção EPIC FAIL em nomes de discos:

Clássico.

Tadinhos, será que eles conseguiram?

Alguém, por favor, me explique a relação entre a matança de porco e a foto de quatro hippies em um campinho florido? Eles estão, tipo... protestando?


E agora você se pergunta: ele não tinha mais nada pra fazer às três da madrugada de uma segunda-feira? Tinha. Mas isso aqui foi mais divertido.

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