BH Music Station
Conversando com pessoas que já frequentavam shows de rock durante a década de 90 em Belo Horizonte (enquanto eu ia a shows excelentes como Maurício Mattar, Banda Eva, Eliana e Raça Negra, graças ao excelente gosto musical dos meus pais), dois eventos são constantemente citados como históricos: a única edição do festival BHRIF – Belo Horizonte Rock Independent Fest, no qual o Fugazi fez um show gratuito histórico na Praça da Estação, no centro da capital; e o Carlsberg Music Station, (que é lembrado não pela programação, mas pelos locais dos shows) festival realizado simultaneamente em estações de metrô de BH. Enquanto uma nova edição do primeiro festival citado mostra-se improvável (apesar dos boatos de sua realização cerca de 3 ou 4 anos atrás e que acabaram permanecendo apenas como boatos, infelizmente), o segundo evento retorna a partir do próximo final de semana, desta vez intitulado BH Music Station (alguém explica a razão do título em inglês, por favor?).
O festival será realizado em quatro sábados consecutivos, a partir de 29 de novembro, em quatro estações do metrô: Santa Inês, Minas Shopping, Vilarinho e Central (por onde deverá ser feito o embarque). Os principais artistas da programação são Tom Zé e Nação Zumbi, porém isso não significa que sejam os mais interessantes (ainda mais se levarmos em consideração que ambos se apresentam na cidade com frequência). Aos interessados em conferir algumas das bandas que vêm se destacando longe do mainstream e que raramente (ou nunca) se apresentam em Belo Horizonte, as sugestões sãos os shows do Fino Coletivo (estação Santa Inês, 6 de dezembro), BossaCucaNova (estação Vilarinho, 6 de dezembro) e Marina de La Riva (estação Santa Inês, 13 de dezembro). A parceria entre Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra (estação Santa Inês, 29 de novembro) também é altamente indicada.
A programação geral é mediana e grande parte dos artistas locais selecionados é ainda mais questionável. De qualquer forma, dá para se escolher ao menos um bom show em cada dia do festival para acompanhar (apesar do preço um pouco salgado, R$ 30 a meia-entrada).
O festival será realizado em quatro sábados consecutivos, a partir de 29 de novembro, em quatro estações do metrô: Santa Inês, Minas Shopping, Vilarinho e Central (por onde deverá ser feito o embarque). Os principais artistas da programação são Tom Zé e Nação Zumbi, porém isso não significa que sejam os mais interessantes (ainda mais se levarmos em consideração que ambos se apresentam na cidade com frequência). Aos interessados em conferir algumas das bandas que vêm se destacando longe do mainstream e que raramente (ou nunca) se apresentam em Belo Horizonte, as sugestões sãos os shows do Fino Coletivo (estação Santa Inês, 6 de dezembro), BossaCucaNova (estação Vilarinho, 6 de dezembro) e Marina de La Riva (estação Santa Inês, 13 de dezembro). A parceria entre Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra (estação Santa Inês, 29 de novembro) também é altamente indicada.A programação geral é mediana e grande parte dos artistas locais selecionados é ainda mais questionável. De qualquer forma, dá para se escolher ao menos um bom show em cada dia do festival para acompanhar (apesar do preço um pouco salgado, R$ 30 a meia-entrada).
Programação
29 de novembro (sábado)
Palco Santa Inês
00h15 – Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra
Palco Minas Shopping
00h15 – Chico Amaral
Palco Vilarinho
00h30 – Nação Zumbi
2h – Clube do Balanço
6 de dezembro (sábado)
Palco Santa Inês
00h15 – Fino Coletivo
Palco Minas Shopping
00h15 – The Dead Rocks
Palco Vilarinho
00h30 – O Teatro Mágico
2h – BossaCucaNova
13 de dezembro (sábado)
Palco Santa Inês
00h15 – Marina De La Riva
Palco Minas Shopping
00h15 – Tattá Spalla
Palco Vilarinho
00h30 – Vander Lee e Lokua Kanza
2h – Tom Zé
20 de dezembro (sábado)
Palco Santa Inês
00h15 – Marina Machado
Palco Minas Shopping
00h15 – Erika Machado
Palco Vilarinho
00h30 – Ana Cañas
2h – Móveis Coloniais de Acaju
3h30 – Jack Tequila
29 de novembro (sábado)
Palco Santa Inês
00h15 – Arnaldo Antunes e Edgard Scandurra
Palco Minas Shopping
00h15 – Chico Amaral
Palco Vilarinho
00h30 – Nação Zumbi
2h – Clube do Balanço
6 de dezembro (sábado)
Palco Santa Inês
00h15 – Fino Coletivo
Palco Minas Shopping
00h15 – The Dead Rocks
Palco Vilarinho
00h30 – O Teatro Mágico
2h – BossaCucaNova
13 de dezembro (sábado)
Palco Santa Inês
00h15 – Marina De La Riva
Palco Minas Shopping
00h15 – Tattá Spalla
Palco Vilarinho
00h30 – Vander Lee e Lokua Kanza
2h – Tom Zé
20 de dezembro (sábado)
Palco Santa Inês
00h15 – Marina Machado
Palco Minas Shopping
00h15 – Erika Machado
Palco Vilarinho
00h30 – Ana Cañas
2h – Móveis Coloniais de Acaju
3h30 – Jack Tequila
Serviço:
BH Music Station
Data: 29 de novembro; 6, 13 e 20 de dezembro (sábados)
Locais: Estações do Metrô de Belo Horizonte: Santa Inês, Minas Shopping e Vilarinho.
Entrada obrigatória pela Estação Central – Praça da Estação, Centro, BH/MG.
Horário: a partir das 00h15.
Ingressos: R$ 30,00 (meia-entrada) – à venda nas lojas Claro do BH Shopping, Loja Claro da Savassi, Shopping Cidade, Itaú Power Shopping e Minas Shopping.
BH Music Station
Data: 29 de novembro; 6, 13 e 20 de dezembro (sábados)
Locais: Estações do Metrô de Belo Horizonte: Santa Inês, Minas Shopping e Vilarinho.
Entrada obrigatória pela Estação Central – Praça da Estação, Centro, BH/MG.
Horário: a partir das 00h15.
Ingressos: R$ 30,00 (meia-entrada) – à venda nas lojas Claro do BH Shopping, Loja Claro da Savassi, Shopping Cidade, Itaú Power Shopping e Minas Shopping.





















18 participações:
Olha...A princípio adorei a idéia pq adoro vários dos artistas q vão se apresentar e pq a estação vilarinho, a última, em venda nova, é pertinho da minha casa. Mas que decepção, ein?! Trinta reais a meia!!!!Projeto pra levar rico pro metrô?! Que público é esse, galera? Trinta reais a meia! Falar que os convidados merecem, é obvio. Mas falar que a gente vive num país em que a maioria não tem como pagar isso, tb é óbvio!!! Público seleto que vai pisar no metrô, muitos, a primeira vez na vida. E esse negócio de ter que ir lá na central pra voltar pra vilarinho tb é meio esquisito, né? Tou do lado da vilarinho, quero assistir um show lá e tenho q ir pro centro pra voltar!
Acho que o projeto tem q ser melhor pensado. Metrô significa transporte público e esses shows tb deveriam ser dedicados ao público (não o seleto público)!
Aliás, entendi o nome em inglês: pra inglês ver!!!!
Olha Mt salgado o Preço mesmo na minha opnião deveriam e fazer de uma forma mais barata, pois isso e levar cultura a cidade.
Eu particulamente vou mais pelo O Teatro Magico que vai tocar la.
A o nome em Ingles da Ediçao e pelo fato da cerverja Carlsberg ter patrocinado, e como agora os patrocinadores sao mts e qrem colcoar isso no calendario cultural de BH colocaram BH music Station!
mais interessantes, pra mim:
* nação zumbi
* bossacucanova
* fino coletivo
* marina de la riva
* arnaldo + edgard
saudades de vc, gato. tô em bh nesse final de semana, vamos lá?
=*
Que isso minha gente!
Que preço é esse?
Brincadeira viu!
A idéia é de fato muito interessante, mas com este valor, acho que não vai vingar...
Amigos e pessoas queridas
Especialíssima, a programação festiva Music Station, esta ótima e seria um projeto para desbancar muitos festivais do país, pena que com os preços absurdos a galera belorizontina não comparecerá massa, e muitas pessoas não conseguirão consagra um evento de tal importancia, deixo aqui o meus parabéns para a produção do evento com relação as bandas, estrutura e programação, mas tambem deixo meu manifesto pois deveriam lembrar de que cobraça de preços abusivos como os que estão sendo cobrados esta fora das condições dos belorizontinos.
O evento é muito interessante!!! Já tive oportunidade de ir quando era patrocinado por uma marca de cerveja. As atrações são ótimas só o preço é que está um pouco salgado...temos que lembrar que é final do mês, ha de se pensar também qual é o publico que organização do evento que ter, talvez o preço seja, de fato, um ponto de corte.
Abraços a todos!!!
Concordo com o que todos falaram sobre o preço dos ingressos - peneira fina demais!
Fui conferir a Nação Zumbi no primeiro dia do festival. Ao contrário do que muitos pensaram, o público compareceu em massa e o show da Nação foi indiscutível!
Quanto à organização vacilaram feio: o show da Nação estava marcado para as 00:30. Saí da Estação Central às 12:40 e ainda havia uma fila enorme atrás de mim, onde boa parte sairia no próximo trem. Ao chegar na Estação Vilarinho o show tinha acabado de começar, perdi apenas uma música e com isso já deu para se ter uma idéia com a galera que estava atrás de mim quando embarquei né? Perderam pelo menos 30min do show. Pediria meu dindin de volta sem pestanejar.
Na minha opinião outra merda foi colocar o Arnaldo Antunes/Edgard Scandurra e Nação Zumbi no mesmo dia. Essa reclamação foi geral e muitos estavam em dúvida até o último momento.
Mas valeu!Tiveram tambéms os acertos e o show foi do caralho!
que chique...fiquei tentada a ir
parece que umas 4 mil pessoas estiveram lá.
ei, eu li em um site que dia 20/12 o juarez maciel tocaria nesse festival. eu entrei aqui e no site e eu não vi o nome dele na programação. que triste.
o que aconteceu??? vocês sabem???
nao li tudo, mas...
se vc's pensarem um pouco, vc's não estam pagando $30 pra ver o nação ou o tom zé, tem muito mais shows, mesmo que a confusão d sábado se repita, são pelo menos 4 por dia, ainda que vc nao consiga ver todos, enfim, não achei absurdo de caro...
e sábado tava legal por lá...
=]
como assim? cada noite tem 4 shows e 3 deles começam ao mesmo tempo.
dá pra ver 2 shows no máximo.
Paula, talvez ele faça um pocket show dentro de um dos vagões.
E não é zoação minha. Outro dia atendi uma ligação (na produtora em que trabalho) de um dos produtores do evento querendo fechar algumas atrações para mini-apresentações dentro dos vagões.
nossa, espero que aconteça!!! ia ser muito legal!!! eu moro super longe de bh e seria ótimo ouvir ana cañas e juarez maciel. \o \o
show da ana cañas marcado para 00:30. cheguei na estação 00:25 e até o metrô chegar e ir até vilarinho, já era 1:10. eu só peguei meia hora de show da ana cañas. detalhe: quando eu cheguei, a estação vazia ainda. muito mal organizado. valeu pelo pocket show no metrô, no fim do show da ana. fiquei putíssima.
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