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30 de junho de 2007

mudanças...

Breve explicação sobre as possíveis mudanças que vocês provavelmente irão notar no Meio Desligado:
três pessoas escrevem aqui (Marcelo, Leonardo, Juliana). Uma delas, mudou-se por tempo indeterminado para o Mato Grosso; outra, acaba de pedir demissão; e a outra está mais animada do que nunca em escrever no blog.

Assim, será inevitável uma queda na cobertura de shows. Sem dinheiro ou no interior de outro Estado, as coisas ficam um pouco mais complicadas.

No entanto, isso diz respeito apenas aos shows. Agora, com maior tempo livre, o Meio Desligado entra no segundo semestre em nova fase, pegando ainda mais coisas observadas em nossa análise crítica de seis meses de existência.

O que pretendemos é fazer mais matérias especiais e bombar a "conheça", nossa seção mais completa sobre as bandas.

E chega de blá blá blá, porque estou indo assistir a mais um show do Ludovic...

26 de junho de 2007

Supercordas ao vivo

Fato: quanto mais "indie" é o público, pior tende a ser um show. Talvez seja uma praga, um anúncio que o fim está próximo ou apenas uma crença idiota, não sei. Exemplos recentes não faltam e foi mais ou menos isso o que aconteceu na última quinta-feira, dia 25, com a apresentação dos cariocas da Supercordas em Belo Horizonte, n'A Obra.

Logo na entrada, ao utilizar o seu lado Constanza Pascolato de análise de público, este que aqui escreve sentiu uma leve preguiça e uma pergunta surgiu à mente: "Será este o público da Supercordas?". Não, não era (em parte). Aqueles cujo visual saltaram aos olhos da Constanza de bigode eram em sua maioria amigos da banda de abertura, a mineira Ímpar, que, apesar de ter no mínimo uma grande canção pop ("Não Por Mim"), fez um show fraco.

Chegado o momento da banda principal da noite, o
semi-hit alternativo "Ruradélica" foi logo a segunda música a ser tocada e deixou a impressão de que aquela seria uma grande apresentação. Infelizmente, foi apenas impressão.

Se em estúdio o pop psicodélico da banda é empolgante e remete à Beach Boys, Mutantes e folk rock da década de 90, ao vivo o som perde força e por vezes encontra-se no lugar comum. Junte a isso um público contido, que não "acendeu tudo que tinha para acender", como clamou um dos vocalistas da banda, e tem-se um show mediano, apesar das boas intenções presentes.

Em vários momentos a banda não parecia à vontade e o segundo guitarrista devia estar em seu dia "Arnaldo Baptista-fase-atual", presença quase figurativa ("ele tá passando mal?"), talvez contido ou chapado demais.



A sutileza, os detalhes e o apelo pop presentes nas gravações, e que tornam a banda tão interessante, simplesmente não se mostraram presentes durante parte do show.
Somando-se à qualidade técnica-acústica das casas de show alternativas, a Supercordas ao vivo corre o risco de perder parte de seu charme sessentista psicodélico e se tornar apenas mais uma banda de rock retrô.
E se for assim, prefiro me agarrar aos mp3 da banda.

Obs.: não deixe de visitar o ótimo site oficial da banda, www.supercordas.com. Muito bom!

fotos: idiota

23 de junho de 2007

Download remunerado no TramaVirtual

Na onda de querer evoluir à medida que a internet também evolui, o TramaVirtual, que dispensa qualquer tipo de apresentação, aposta em mais uma iniciativa. Além de oferecer um espaço a qualquer pessoa que faça algum tipo de barulho, o site bacanudo também irá remunerar os seus cadastrados. Sim, a partir do dia primeiro de julho, todas as bandas que disponibilizam suas músicas para downloads poderão ganhar uma quantia a cada vez que elas forem baixadas.

Para você que reclamava de não ganhar dinheiro com as músicas disponibilizadas na rede, o negócio funcionará da seguinte forma. No início de cada mês, o TramaVirtual anunciará um valor a ser distribuído entre todas as bandas. No final desse mesmo mês, eles divulgarão a quantidade de downloads efetuadas durante o período e quanto cada banda receberá. Se você e sua banda já tiverem mais de R$ 50,00 acumulados, pronto, já poderá resgatar a grana.

Mas aí surge a pergunta crucial: de onde virá essa grana que pagará as bandas? Existem muitas empresas bacanas que insistem em apoiar a música independente no país. Essas mesmas empresas vão ceder uma verba. Essa quantia é aquela que será dividida entre todos os downloads realizados durante o período. Para quem já é cadastrado é só aceitar um termo de compromisso. Quem ainda não é, e se interessou pela proposta, basta se cadastrar, disponibilizar as músicas e aceitar o termo de compromisso. E o dinheiro, recebe no final do mês.

Além de ser uma excelente iniciativa, uma vez que paga o artista sem tirar do bolso do usuário, a estratégia do site tem muito a ver com a queda da importância do valor do álbum físico no cenário atual. Com a internet (sim, sempre ela a protagonista), um single passa a ter muito mais valor, sobretudo em um mundo dominado pelo descartável. São raras as bandas que conseguem fazer um álbum em que todas as músicas atinjam um mesmo nível.

22 de junho de 2007

Festival Ponto.CE 2007

Um dos mais novos festivais do nordeste brasileiro é o Ponto.CE, que em 2007 realiza sua segunda edição. Entre 3 e 5 de agosto, 31 bandas de oito Estados irão se apresentar no Centro Cultural Dragão do Mar, em Fortaleza, representando um grande avanço em relação à primeira edição do evento (foto), que contou com 14 bandas divididas em dois dias de shows.

Este ano o Ponto.CE divide novamente algumas atrações com o festival potiguar DoSol, mas traz também algumas bandas com exclusividade, como Cachorro Grande e Massacration. Pouco mais da metade das bandas selecionadas para o evento são locais, em uma forma de retratar a atual cena do rock independente cearense e aproximá-lo do público atraído pelas atrações principais vindas do sudeste do país, como Matanza e os já citados
Cachorro Grande e Massacration.

Realizado pelo Hey Ho Rock Bar e a Empire Records, em parceria com a TV União, o festival também conta com três festas de aquecimento: a primeira aconteceu no último dia 15; a próxima será no dia 29 de junho; e a última acontece no dia mundial do rock, 13 de julho.

Mais informações no site oficial, www.pontoce.com.br, ou no MSN pontoce@hotmail.com.

Confira a programação completa do festival:

3 de agosto (sexta-feira)
Matanza (RJ)
Supergalo (DF)
Los Coçadores del Chaco
N´zambi (PE)
Violins (GO)
Green Feeling
Enne (MG)
Piron Heron
Red Run
Joseph K?

4 de agosto (sábado)
Massacration (SP)
The Nation Blue (Austrália)
Vulcani
Jason (RJ)
Capones
Levant
Jolly Jokker (PA)
George Belasco & O Cão Andaluz
Seks Collin (SP)
Enverso
Macula
Brevis

5 de agosto (domingo)
Cachorro Grande (RS)
Karine Alexandrino
Costa a Costa
Pescoço Colorido (PE)
Alegoria da Caverna
Vigna Vulgaris
Felipe Causaux
Sambahempclube
Fossil

19 de junho de 2007

Festival DoSol 2007

A terceira edição do Festival DoSol acontece este ano entre 3 e 5 de Agosto, em Natal, e traz 44 bandas de diversos locais do Brasil. Um dos mais importantes festivais alternativos do nordeste, este é mais um braço da DoSol, que também movimenta o Rio Grande do Norte com a DoSol Records, o Estúdio DoSol, o DoSol Rock Bar e a DoSol Image.

Os shows irão acontecer na rua Chile, no bairro da Ribeira, mesmo local da edição do ano passado. Também faz parte do evento uma série de palestras, intitulada “Pensando Música - Ciclo de Palestras e Debates para o crescimento da Música Potiguar”.

Um pouco antes do festival, nos dias 14 e 15 de Julho, acontecem duas prévias oficiais, cuja programação está abaixo:

Dia 14
Ludov (SP), 2Fuzz (CE), EletroBilhar (RN) e Adriano Azambuja (RN)
Dia 15
Sugar Kane (PR), Oitavada (CE), Bode Rocco (RN), Drive Out (RN) e Superia (RN)


Já o evento principal, em Agosto, conta com esta programação:

Sexta, 03
Brand New Hate (RN), Babe Please (RN), Motherhell (PB), Vitrola (CE) Monophone (CE), Peixe Coco (RN), Distro (RN), The Sinks (RN), Vamoz (PE), Volver (PE), Bugs (RN) e Moptop (RJ)

Sábado, 04
Toy Gunz (RN), Lotus (RN), Secks Collin (SP), Fliperama (RN), Joseph K? (CE), Enne (MG), Arquivo (RN), Stellabella (RJ), Lucy and The Popsonics (DF), Red Run (CE), Violins (GO), Allface (RN), Rockfellers (GO), Zero8Quatro (RN), Jane Fonda (RN), Supergalo (DF), The Honkers (BA), Os Bonnies (RN) e Rock Rocket (SP)

Doming, 05
Traumam (RN), Ravanes (RN), Psicomancia (RN), Verdade Suprema (RN), Comando Etílico (RN), Drunk Driver (RN), Levante (RN), Jason (RJ), The Nation Blue (AUS), Ataque Periférico (RJ), Expose Your Hate (RN), Insurrection Down (PE) e Matanza (RJ)

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Leia mais sobre o festival:
no site oficial
no Overmundo
matéria com o idealizador

18 de junho de 2007

Edital Petrobras de Festivais de Música

Realizado pelo Ministério da Cultura e a Petrobras, em parceria com o Instituto Moreira Salles, o 1º Edital Petrobras de Festivais de Música irá destinar R$ 2,5 milhões para apoiar festivais em todo o país.

A iniciativa visa dar maior visibilidade aos diversos estilos musicais existentes no Brasil e contribuir para a estruturação da cena independente.

O regulamento e a ficha de inscrição podem ser acessados no site editalfestivaisdemusica.com.br e as inscrições estão abertas até 29 de junho.

Os projetos participantes não precisam ter sido aprovados pela Lei Rouanet, mas devem ter tido ao menos duas edições anteriores. Cada projeto selecionado receberá no máximo R$ 250 mil e cada pessoa pode inscrever até dois projetos.

Mais informações no site oficial.

16 de junho de 2007

UDR na ELEELA

Por volta de novembro de 2006 a revista ELEELA voltou reestruturada, com novo projeto editorial e gráfico, focada em uma pornografia, digamos, artística. Além de ótimas fotos que podem levar mais uma vez à famosa questão pornô x arte, a revista também abre espaço para muitas matérias interessantes relacionadas ao sexo. O resultado varia de matérias sobre uma brasileira fazendo sucesso no ramo do pornô hardcore à textos de Michel Foucault e shows do Mr. Catra.

Na edição deste mês, o que faz a revista ser assunto no Meio Desligado é a matéria especial com a infame dupla UDR, antigamente classificada como "funk-satânico-pornográfico", e que agora se intitula como uma banda de "rock and roll anti-cósmico da morte" (coincidência ou não, a UDR é a próxima banda da nossa seção "conheça").

Para sentir o teor do conteúdo, eis o trecho de uma resposta do Professor Aquaplay, um dos membros, sobre o demônio e sexo anal: "...e se ele (o demônio), na verdade, é apenas um sujeito puro? Vai ver ele jamais tocou uma mulher. Talvez ele prefira observá-las na rua. Talvez ele se toque solitariamente todas as noites na penumbra de seu quarto, lubrificando seu pênis com as lágrimas da frustração e descarregando sua fúria num meio usando antes de dormir. Ninguém sabe".

A matéria, de quatro páginas, está (toscamente) escaneada e pode ser lida clicando sobre as imagens. Mesmo assim, eu reitero: a revista está muito boa nesta nova fase e é uma das melhores no mercado atualmente, vale a pena comprar principalmente pelos textos, mas algumas fotos também são simplesmente... fóda. A imagem ao lado, uma das melhores que vi nos últimos tempos, estava na edição passada e não me deixa mentir.

Quanto à UDR, uma explicação sobre a treta citada na matéria, entre eles e os "bondes indie":
Todos sabem, Bonde do Rolê e Bonde das Impostora são muito influenciados por UDR, as próprias bandas já admitiram. Acontece que durante um certo período o Bonde das Impostora era miguxo da UDR, faziam brincadeiras entre si, uma banda remixando a outra, etc. Até que, em uma dessas brincadeiras (do caralho, por sinal), os caras da UDR criaram um blog chamado "As curitibanas mais safadas", no qual os fãs deveriam publicar montagens pornográficas com os rostos dos integrantes do Bonde. A pessoa que enviasse a montagem considerada como a melhor levaria o grande prêmio: um cd da UDR autografado pelos pais dos membros da banda!

Acontece que o pessoal fez muitas e muitas montagens e no início o pessoal do Bonde dizia achar tudo muito legal. Com o passar do tempo, segundo o jornal "Babados & Tretas Indie", começaram a surgir montagens com os rostos dos pais dos integrantes do Bonde das Impostora. Eles então choraram, espernearam e sentaram no colinho dos advogados, ameaçando a UDR por essa grande atitude de sarcasmo e descompromisso.
Esse caso na maioria das vezes é abafado e, no fundo, serve apenas como mais uma prova sobre quem é sincero no que diz e no que faz e quem é apenas parte da modinha.

15 de junho de 2007

seis meses de Meio Desligado: análise crítica

Passados seis meses desde a criação Meio Desligado, chega o momento de olhar para o próprio umbigo e ver o que deu certo e o que foi um lixo nesse período. Não basta sentar em frente ao PC durante alguns minutos e pensar em tudo o que aconteceu. Essa mini-reflexão crítica da nossa atuação é feita durante todo o período de existência do blog e há algumas semanas vem sendo elaborada mais profundamente.

Um dos maiores e mais óbvios problemas é a irregularidade na freqüência de postagens. Este é um ponto difícil. Todos nós temos outras ocupações, estudos, trabalho, outros projetos, etc. Mas o mais importante, é que tudo o que é publicado aqui, tem uma razão. E (deve ter) um nível de qualidade a ser mantido. Ou seja, preferimos não escrever do que publicar textos pouco interessantes ou que sejam iguais a milhares de outros disponíveis na internet.

O nosso objetivo não é pequeno: explorar a linguagem do jornalismo musical, tentar renová-la, buscar o novo, sair da mesmice. Não nos interessa ser igual aos outros. Assim como nós não temos tempo para bobagens, os milhões de pessoas na web a cada dia se perdem e afundam mais e mais em meio a notícias fúteis e irrelevantes, enquanto procuram informação de qualidade e relevante. O Meio Desligado é uma resposta a essa situação.

Em nosso período de atividade a busca por experimentação e novidade vem rendendo bons frutos. Exemplos rápidos e que nos deixam extremamente felizes são os sites e blogs que nos linkam e os comentários a respeito do blog.

Um dos mais gratificantes veio de Marcelo Gomão, vocalista e guitarrista da Vamoz!, que deixou o seguinte comentário no texto relativo ao show da banda em Belo Horizonte no mês de maio:
"Já li umas centenas de textos e críticas sobre shows, mais essa foi realmente divertida e diferente. Acidamente honesta!"

Impossível não formar um sorriso ao ler um elogio destes.
E o texto ainda foi republicado no site da banda.

Algo semelhante aconteceu com os cariocas do Canastra, que deram print screen na tela com a matéria no Meio Desligado sobre um show deles e colocaram no fotolog oficial da banda. E, depois, também utilizaram fotos minhas (Marcelo) novamente no fotolog.
Obter esse tipo de resposta é muito bom.

Mas é claro, não são apenas as bandas que reagem de forma positiva.
É uma honra estar entre os links indicados por gente fodona como Alexandre Matias, Bruno Natal, Alexandre Inagaki e Bruno Nogueira, dos quais gostamos e temos que admitir, os caras são bons!
E a cada comentário e link em blog de pessoas deixa apenas mais claro de que fazemos algo, no mínimo, com um pouco de qualidade e importância.

Este é apenas o começo.

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Abaixo estão os links para os blogs de algumas pessoas que gostaram
do Meio Desligado e linkaram algo que publicamos.
Obrigado!

Rei Nada
Anne King
Álcool e Prozac
Pop Up!
Samsung Mp3

1 de junho de 2007

3º Festival Tinidos

O nome não é dos melhores, mas a iniciativa é boa. De 11 a 16 de junho, a Cyclorama Comunicação Cultural realiza em Curitiba o 3º Festival Tinidos, que irá reunir 20 bandas independentes de diversos Estados brasileiros, com destaque para os artistas locais.

O festival acontece em cinco casas de shows (a saber: Korova Bar, Jokers Pub Café, Hangar Bar, Espaço Cultural 92 Graus e Porão Rock Club), além de promover discussões com jornalistas renomados no meio musical, como Marcelo Costa e Lúcio Ribeiro, na loja Fnac curitibana. Estes mesmo jornalistas, em companhia da equipe da equipe realizadora do festival e membros das bandas, assumirão as pick-ups durante os intervalos e aquecimento dos shows.

O festival também marca o lançamento do selo Tinidos, sobre o qual ainda não se sabe muito.

Os debates e pocket-shows na Fnac têm entrada gratuita. Os shows noturnos custam R$ 10.

Confira a programação completa:

11.06 (segunda)
R$ 00. 19h – Fnac
Debate com movimentos de música independente de Curitiba e pocket-show com Popelines (PR).

12.06 (terça)
R$ 00. 19h – Fnac
Debate com jornalistas de cultura da cidade e pocket-show com Charme Chulo (PR).
R$ 10. 22h – Korova Bar (Av. Batel, 906)
Bandas: Complexo B (PR), Mariatchis (PR), Heitor e Banda Gentileza (PR) e Popelines (PR).
Discotecagem: Fernando Souza (Tinidos)

13.06 (quarta)
R$ 00. 19h – Fnac
Debate com proprietários de casas de shows e pocket-show com MacCacos (SP).
R$ 10. 22h – Porão Rock Club (R. Pres. Carlos Cavalcanti, 1188)
Bandas: Sr. Chaplin (PR), Sabonetes (PR), Homem Canibal (PR) e MacCacos (SP).
Discotecagem: Marcelo Urânia (Tinidos).

14.06 (quinta)
R$ 00. 19h – Fnac
Debate com Lúcio Ribeiro (jornalista da Folha de S. Paulo, colunista das revistas Bizz e Capricho e do Portal Ig, apresentador do programa Poploaded e editor-contribuinte da revista Superinteressante) e pocket-show com Ímpar (MG).
R$ 10. 22h – Jokers Pub (R. São Francisco, 164)
Bandas: Pompéia (PR), De Mefs (PR), Charme Chulo (PR) e Ímpar (MG).
Discotecagem: Rodrigo Lemos (Poléxia) e Lúcio Ribeiro.

15.06 (sexta)
R$ 00. 19h – Fnac
Debate com Marcelo Costa (jornalista, editor de homes dos sites iG, iBest e BrTurbo, editor do site Scream & Yell, e escreve sobre música, cinema e cultura pop) e pocket-show com Calendas (SP).
R$ 10. 22h – Hangar Bar (Dr. Muricy, 1091)
Bandas: 5 Graus (PR), Poléxia (PR), Calendas (SP) e Andrey e a Baba do Dragão de Komodo (SC).
Discotecagem: Fabiana Bubniak (Tinidos) e Marcelo Costa.

16.06 (sábado)
R$ 10. 22h – Espaço Cultural 92 Graus (R. Des. Benvindo Valente, 280)
Bandas: Opue (PR), Fantomáticos (RS), Anacrônica (PR) e Criaturas (PR).
Discotecagem: Getulio Guerra (PrasBandas).


Para saber os links de cada banda que irá se apresentar, visite o site oficial do festival.